quarta-feira, 10 de novembro de 2010

CAQUITO DE VIDRO


Quando penso que sou capaz,
Em te dizer o que realmente sinto,
Minha voz se cala e meu silencio grita
Por dentro uma dor que não se sente
Nem se reclama,
Por medo de magoa-te eu me prendo,
Renunciando minha razão,
Desconcertando-me em retalhos
Que foram desfiados em desejo,
Assim como caquitos de vidros estraçalhados
Em minúsculos pedaços de vidro,
Que refletia minha verdade em coisas sem importância,
Mais que esses pequenos pedaços de verdade,
Me cortava aos poucos, uma tortura sem fim,
Onde tudo era belo, mas meu desejo era irreal,
Ao ponto de perturbar minha mente
E te trazendo em minha frente seu sorriso sem graça,
Sua alma amarga e sua voz serena que me dizia
“O mundo e feito de regras se desfaz em desordem”
Onde tua vida foi feita de querer de definições e razões,
Mas o amor não tem regras nem se define,
Ele é vivido sem razão, apenas refletidos
Em sentimentos de afeição, de paixão e desejo
Você me desfaz em palavras mortas jogadas ao vento
Que hoje não se vive mais.
Autor: Edson Felipe

4 comentários:

  1. isso são só palavras e nada mais !
    a pessoa pra qem eu escrive , axo q nunca irar perceber o q sinto , ou então sabe e faz o msm q eu . sofre em silencio...

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  2. meninos vcs esqueceram do blog? pois eu não esqueci............ Helen

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